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sexta-feira, 27 de junho de 2014

Autor em destaque de Julho

António Mota nasceu a 16 de Julho de 1957, em Vilarelho, Ovil, concelho de Baião.

Estreou-se na escrita em 1979, com A Aldeia das Flores.

Ao longo da sua carreira recebeu diversos prémios: 1983 da Associação Portuguesa de Escritores, com O Rapaz de Louredo; 1990 o Prémio Gulbenkian de Literatura para Crianças e Jovens com o romance Pedro Alecrim; em 1996 ganhou o Prémio António Botto com A Casa das Bengalas; em 2003 O Sonho de Mariana, ganhou o Prémio Nacional de Ilustração, com ilustrações de Danuta Wojciechowska. Em 2004 recebeu o Grande Prémio Gulbenkian de Literatura para Crianças e Jovens, na modalidade de livro ilustrado, pela obra Se eu fosse muito Magrinho, com ilustrações de André Letria. Em 2008 foi agraciado com a Ordem da Instrução Pública.

Foi professor do Ensino Básico, colaborou com vários jornais e participou em diversas acções organizadas por Bibliotecas e Escolas Superiores de Educação.

Os seus livros estão antologiados em volumes de ensino do Português e tem obras traduzidas em Espanha e Alemanha.

Tem mais de cinco dezenas de obras recomendadas pelo Plano Nacional de Leitura.

Os seus livros são recomendados por organismos internacionais, tal como o Internatinal Youth Library de Munique, Alemanha. 




Sugestão de leitura de julho

A Arte de Não Fazer Nada, com textos de Véronique Vienne e fotografias de Erica Lennard, editado pela Sinais de Fogo.

E como chegou o verão é preciso relaxar…mas relaxar é uma arte, a arte de não fazer nada!
Este é um livro para ajudar a abrandar a nossa corrida-relógio. Um guia-prático para o descanso e descontracção.
As fotografias Erica Lennard acompanhadas pelos textos de Véronique Vienne sobre a arte de respirar, de meditar, de tomar banho, escutar, esperar, dormir a sesta ou ver o pôr-do-sol.





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