quinta-feira, 10 de julho de 2014

Visita às Fontes, Chafarizes e Ribeira do Sardoal

Visita às Fontes, Chafarizes e Ribeira do Sardoal.

O dia estava com muito calor... mas o passeio foi agradável.

Durante séculos o Sardoal era conhecido por ter boas águas para algumas maleitas.

Começámos pelo Fontanário da Praça da República (Sec. XX)- Autoria de Gabriel Constante, foi colocado em 1934, na requalificação da Praça da República. 

Depois fomos à Fonte Velha (Sec. XV-XVI)- Já em 1543 esta fonte era referenciada nos documentos da época, sendo ainda mais antiga. Fonte de poço, onde as pessoas iam com os cântaros buscar água. Tem marcas dos bordos do mureto, gastos pela colocação das ditas vasilhas de água. Segundo a lenda tem dois potes, um cheio de ouro outro com peste. Era conhecida como boa para dores de rins e anemia.

Seguiu-se o Chafariz da Cadeia Velha (Sec. XIX)- Data de 1894, estava na Praça da República, no local onde hoje encontramos o Pelourinho. Com a requalificação da praça, este chafariz foi transferido para o seu actual local. Data de 1894.

O Chafariz das Três Bicas (Sec. XVIII)- uma das consequências do Terramoto de 1755 no Sardoal, foi o aparecimento à superfície desta água, em 1791 foi construído o chafariz. Destaca-se o grande tanque para as bestas. Boa para doenças de olhos. Diz-se que quem bebe da sua água casa no Sardoal e não sai mais.

No caminho vimos uma borboleta pousada numa folha de figueira.

Depois a Fonte Férrea (Sec. XVIII)- Pensa-se ter sido construída ou arranjada em 1710, em 1790 era ainda um pequeno poço no outro lado da margem, tendo sido posteriormente trazido para a margem de cá anos depois, para melhor servir ao povo; foi a primeira fonte de bica no Sardoal.
Boa para o fígado, estômago e outras partes do corpo.
Aqui conseguimos ver algumas rãs.

Passámos a ribeira para o outro lado para ir à Fonte da Pena ou da Penha (Sec. XVII)- Fonte antiga, pensa-se ser do sec. XVII, foi aberta uma mina em 1906 pela Câmara, sendo colocada a torneira. Curiosamente no século XVIII só corria de verão, suspendendo o curso no período de inverno. Era referida como sendo demasiado fria. Boa para doenças de intestinos.
Vimos uma rã e alguns alfaiates.

A última foi a Fonte da Preta (Sec. XIX)- A primeira fonte pública dentro da vila, data de 1894.




























Ciclo da Água

O primeiro dia dedicado à semana da Água foi de debate.
Já o segundo dia foi pôr em prática: construção de ciclo da água.

Claro que dentro das nossas capacidades, algo simples de fazer, mas que desse a ideia de como será.

Um garrafão de água cortado, cascalho no fundo, uma camada de areia, outra de terra, uma taça para para a água (uma espécie de reserva de água), plantas (usámos ervas daninhas) e no final regaram as plantas.











terça-feira, 8 de julho de 2014

Culinária: Dirt Cake

Mais uma actividade das mais esperadas: culinária!!!
Como a semana era dedicada à terra, tivemos que encontrar uma receita com o tema e foi uma muito gira! Fizemos um Dirt Cake, ou seja um bolo de terra, mas delicioso!

A receita até é bastante simples e o efeito visual parece mesmo terra.

Dirt Cake
Ingredientes:
4 pacotes de bolachas tipo Oreo
1 pudim instantâneo de chocolate
1 chávena de leite 
1 embalagem de queijo tipo Philadelphia
Gomas em forma de minhocas (ou outras)

Preparação:
Triturar as bolachas até ficarem em migalhas grossas.
Misturar o pudim de chocolate com o leite até engrossar.
Bater o queijo Philadelphia até ficar cremoso e misturar com o pudim. Bater tudo até ficar homogéneo.

Colocar uma camada de migalhas no fundo de uma taça. Cobrir com uma camada da mistura do pudim de chocolate.
Continuar a fazer camadas de terra. A última deve ser das bolachas.
Colocar algumas minhocas de gomas no cimo para decorar.

Deixa-se no frigorífico até servir.
Nós comemos logo!



















Arco íris

Uma actividade simples e com um efeito final muito bonito: arco-íris!

Um pedaço de cartão, furar com uma tesoura, por exemplo, em forma de arco; fitas coloridas e ir introduzindo as fitas nos furos.
Deixar as pontas das fitas penduradas e já está!








Mini hortas japonesas

Uma pequena actividade diferente: mini-hortas japonesas.
Com tampas de garrafas e de iogurtes, terra e sementes fizemos as nossas mini-hortas japonesas!
Agora é esperar pelo resultado!